
Estrutura consultiva externa que desafia decisões estratégicas.
Quatro cadeiras temáticas com mandato e regimento próprios.
O Conselho Consultivo não toma decisões operacionais. Atua como instância externa de desafio estratégico: revisa OKRs do executivo, audita o programa de compliance e aprova decisões com impacto material — investimentos relevantes, novos mercados, mudanças de modelo comercial.
Órgão colegiado com regimento próprio, atas registradas e recomendações formais ao CEO.
O Conselho é estruturado em quatro cadeiras temáticas. Cada cadeira é ocupada por um conselheiro independente, selecionado conforme critérios mínimos abaixo.
Critério mínimo: Trajetória em secretaria de finanças municipal ou pesquisa em política fiscal; +10 anos de experiência efetiva no setor público.
Critério mínimo: Vivência em controladoria municipal e/ou em instâncias de controle externo (TCU, TCEs, CGEs).
Critério mínimo: Experiência em construção de plataformas SaaS para setores regulados, com responsabilidade por segurança e operação em escala.
Critério mínimo: Trajetória em founder-fit-market e escala de empresas B2G; histórico em modelo comercial e expansão.
As recomendações do Conselho são endereçadas ao CEO, que apresenta plano de resposta na reunião seguinte. Recomendações não acatadas exigem justificativa registrada em ata. O Conselho monitora a evolução do programa de compliance e do tratamento de riscos materiais entre reuniões.
Os nomes completos e biografias detalhadas dos conselheiros são publicados mediante autorização individual, conforme política interna de privacidade e LGPD. A composição funcional acima descreve a estrutura do Conselho independentemente da identificação nominal.