
A Conformide aplica regras de auditoria contínua sobre a base transacional integrada do ERP. O controlador entra na semana com fila de casos prioritários, não com milhares de empenhos pra revisar.
A auditoria interna na maioria das prefeituras é reativa — entra depois do TCE apontar. Quando o controlador interno tenta fazer auditoria preventiva, esbarra em volume: milhares de empenhos, ordens de pagamento e contratos vivos por mês.
Análise por amostragem perde casos óbvios; análise total não cabe na semana. O controlador interno vira chefe de planilha, não auditor.
A Conformide aplica regras de auditoria contínua sobre a base transacional integrada do ERP, com priorização por risco e impacto.
Cobertura ampliada para a base transacional integrada, reduzindo dependência de amostragem manual.
Casos suspeitos são priorizados por risco e impacto, com fila objetiva para revisão.
Cada caso revisado gera trilha auditável automática, pronta para resposta a controle externo.
O próprio controlador define quais regras estão ativas e qual o nível de criticidade de cada uma.
Conjunto inicial baseado em padrões recorrentes de apontamento — expansível conforme contexto.
Detecção de compras diretas que somadas excedem limite legal por fornecedor ou objeto.
Alerta para dispensa fora dos parâmetros da Lei 14.133.
Cruzamento de fornecedores contra base de servidores e parentes para identificar conflito de interesse.
Combinações orçamentárias incompatíveis sinalizadas antes da execução.
Cobertura de auditoria ampliada para a base transacional integrada, reduzindo dependência de amostragem manual. Detecção de irregularidade desloca-se de "meses depois" pra "no dia seguinte".
Tempo do controlador deslocado pra investigação real, não triagem. Cada decisão fica documentada para resposta institucional quando necessária.
Para ampliar cobertura sem aumentar quadro.
Para trabalhar com fila priorizada por risco em vez de listas exaustivas.
Para acessar evidência documentada quando precisar defender ato administrativo.
Para revisão estruturada com regras compartilhadas e versionadas.
A plataforma organiza evidência e trilha auditável que apoia a resposta a apontamentos e demandas do TCE. O envio formal de informações segue os canais oficiais do município.
Não. A Conformide atua conectada aos sistemas que a prefeitura já utiliza. A entrada pode começar pela camada de diagnóstico e monitoramento, com integrações incorporadas conforme a maturidade do projeto.
A arquitetura foi desenhada para se integrar aos principais ERPs municipais brasileiros, com escopo definido caso a caso conforme o sistema em uso e o nível de acesso disponível.
A plataforma sinaliza, prioriza por risco e pode bloquear a continuidade do fluxo conforme a política de controle definida pela gestão. Cada município define o nível de intervenção.
Com atualização conforme a disponibilidade das bases integradas e o desenho operacional do município. A arquitetura suporta acompanhamento contínuo.
Receba uma análise da cobertura atual de auditoria interna, com identificação dos pontos cegos e dos padrões de risco mais frequentes.
Para calibrarmos o diagnóstico ao seu contexto.